
Santa Sé Denuncia Barriga de Aluguel como ‘Nova Forma de Colonialismo’
O Arcebispo Paul Richard Gallagher, secretário para as Relações com os Estados e Organizações Internacionais da Santa Sé, proferiu uma forte condenação à prática da
8,12-17
Irmãos, temos uma dívida,
mas não para com a carne,
para vivermos segundo a carne.
Pois, se viverdes segundo a carne, morrereis,
mas se, pelo espírito, matardes o procedimento carnal,
então vivereis.
Todos aqueles
que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus
são filhos de Deus.
De fato, vós não recebestes
um espírito de escravos,
para recairdes no medo,
mas recebestes um espírito de filhos adotivos,
no qual todos nós clamamos: Abá — ó Pai!
O próprio Espírito se une ao nosso espírito
para nos atestar que somos filhos de Deus.
E, se somos filhos, somos também herdeiros
— herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo —
se realmente sofremos com ele,
é para sermos também glorificados com ele.
13,10-17
Naquele tempo,
Jesus estava ensinando numa sinagoga,
em dia de sábado.
Havia aí uma mulher que, fazia dezoito anos,
estava com um espírito que a tornava doente.
Era encurvada e incapaz de se endireitar.
Vendo-a, Jesus chamou-a e lhe disse:
"Mulher, estás livre da tua doença".
Jesus colocou as mãos sobre ela,
e imediatamente a mulher se endireitou,
e começou a louvar a Deus.
O chefe da sinagoga ficou furioso,
porque Jesus tinha feito uma cura
em dia de sábado.
E, tomando a palavra,
começou a dizer à multidão:
"Existem seis dias para trabalhar.
Vinde, então, nesses dias para serdes curados,
mas não em dia de sábado".
O Senhor lhe respondeu:
"Hipócritas!
Cada um de vós
não solta do curral o boi ou o jumento,
para dar-lhe de beber,
mesmo que seja dia de sábado?
Esta filha de Abraão,
que Satanás amarrou durante dezoito anos,
não deveria ser libertada dessa prisão,
em dia de sábado?"
Esta resposta envergonhou
todos os inimigos de Jesus.
E a multidão inteira se alegrava
com as maravilhas que ele fazia.
A cura da mulher encurvada por Jesus no sábado é um poderoso lembrete de que a compaixão e a libertação humana precedem as leis e rituais. Por dezoito anos, essa mulher vivia aprisionada em sua condição física, uma metáfora para muitas formas de aprisionamento espiritual e social que nos impedem de nos endireitarmos e de vivermos plenamente.
A atitude de Jesus, de chamá-la e curá-la sem hesitação, mostra um amor que transcende as convenções. Ele não se prende às formalidades do sábado, mas age movido pela urgência da necessidade humana. Sua resposta ao chefe da sinagoga, que criticava a cura, expõe a hipocrisia de quem valoriza mais as regras do que a vida e o bem-estar do próximo.
Este evangelho nos convida a refletir sobre nossas próprias prioridades. Estamos mais preocupados em seguir cegamente as normas ou em praticar a caridade e a justiça? Jesus nos ensina que o sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. Que possamos ter um coração aberto para reconhecer e libertar aqueles que estão encurvados e oprimidos em nosso meio, louvando a Deus pelas maravilhas que Ele realiza através de nossos gestos de amor.

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