
Evangelho e palavra do dia 17 março 2026
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Liturgia Diária - Evangelho e palavra do dia 24 dezembro 2025.
Leitura do Livro do Profeta Isaías
52,7-10
Como são belos, andando sobre os montes,
os pés de quem anuncia e prega a paz,
de quem anuncia o bem e prega a salvação,
e diz a Sião: "Reina teu Deus!"
Ouve-se a voz de teus vigias, eles levantam a voz,
estão exultantes de alegria,
sabem que verão com os próprios olhos
o Senhor voltar a Sião.
Alegrai-vos e exultai ao mesmo tempo,
ó ruínas de Jerusalém,
o Senhor consolou seu povo
e resgatou Jerusalém.
O Senhor desnudou seu santo braço
aos olhos de todas as nações;
todos os confins da terra hão de ver
Leitura da Carta aos Hebreus
1,1-6
Muitas vezes e de muitos modos
falou Deus outrora aos nossos pais, pelos profetas;
nestes dias, que são os últimos,
ele nos falou por meio do Filho,
a quem ele constituiu herdeiro de todas as coisas
e pelo qual também ele criou o universo.
Este é o esplendor da glória do Pai,
a expressão do seu ser.
Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra.
Tendo feito a purificação dos pecados,
ele sentou-se à direita da majestade divina,
nas alturas.
Ele foi colocado tanto acima dos anjos
quanto o nome que ele herdou supera o nome deles.
De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez:
"Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei?"
Ou ainda: "Eu serei para ele um Pai
e ele será para mim um filho?"
Mas, quando faz entrar o Primogênito no mundo,
Deus diz: "Todos os anjos devem adorá-lo!"
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1, 1-18
No princípio era a Palavra,
e a Palavra estava com Deus;
e a Palavra era Deus.
No princípio estava ela com Deus.
Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez
de tudo que foi feito.
Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz brilha nas trevas,
e as trevas não conseguiram dominá-la.
Surgiu um homem enviado por Deus;
seu nome era João.
Ele veio como testemunha,
para dar testemunho da luz,
para que todos chegassem à fé por meio dele.
Ele não era a luz,
mas veio para dar testemunho da luz:
daquele que era a luz de verdade,
que, vindo ao mundo,
ilumina todo ser humano.
A Palavra estava no mundo
- e o mundo foi feito por meio dela -
mas o mundo não quis conhecê-la.
Veio para o que era seu,
e os seus não a acolheram.
Mas, a todos que a receberam,
deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus
isto é, aos que acreditam em seu nome,
pois estes não nasceram do sangue
nem da vontade da carne
nem da vontade do varão,
mas de Deus mesmo.
E a Palavra se fez carne e habitou entre nós.
E nós contemplamos a sua glória,
glória que recebe do Pai como filho unigênito,
cheio de graça e de verdade.
Dele, João dá testemunho, clamando:
"Este é aquele de quem eu disse:
O que vem depois de mim
passou à minha frente,
porque ele existia antes de mim".
De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça.
Pois por meio de Moisés foi dada a Lei,
mas a graça e a verdade nos chegaram
através de Jesus Cristo.
A Deus, ninguém jamais viu.
Mas o Unigênito de Deus, que está
na intimidade do Pai,
ele no-lo deu a conhecer.
«O Verbo era a Luz verdadeira que, ao vir ao mundo – diz o Evangelho –, a todo o homem ilumina» (Jo 1, 9). Jesus nasce no meio de nós, é Deus-conosco. Vem para acompanhar a nossa vida quotidiana, partilhar tudo conosco, alegrias e amarguras, esperanças e inquietações.
Vem como menino indefeso. Nasce ao frio, pobre entre os pobres. Carecido de tudo, bate à porta do nosso coração para encontrar calor e abrigo.
Como os pastores de Belém, deixemo-nos envolver pela luz e saiamos para ver o sinal que Deus nos deu. Vençamos o torpor do sono espiritual e as falsas imagens da festa que fazem esquecer Quem é o Festejado. Saiamos do tumulto que anestesia o coração induzindo-nos mais a preparar ornamentações e prendas do que a contemplar o Evento: o Filho de Deus nascido para nós.
Irmãos, irmãs, voltemo-nos para Belém, onde ressoa o primeiro choro do Príncipe da paz. Sim, porque Ele mesmo – Jesus – é a nossa paz: aquela paz que o mundo não se pode dar a si mesmo e Deus Pai concedeu-a à humanidade enviando o seu Filho ao mundo.
São Leão Magno tem uma frase que, na sua concisão latina, bem resume a mensagem deste dia: «Natalis Domini, Natalis est pacis – o Natal do Senhor é o Natal da paz» (Sermão 26, 5). (Papa Francisco, Mensagem Urbi et Orbi de 25 de dezembro de 2022)
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