
Liturgia diária – Evangelho e palavra do dia 18 janeiro 2026
Evangelho e palavra do dia 18 janeiro 2026 Liturgia Diária – Evangelho e palavra do dia 17 janeiro 2026. Primeira Leitura Leitura do Livro do
Em uma cerimônia carregada de simbolismo, que marca o encerramento do Jubileu Extraordinário da Esperança, a Porta Santa da Basílica Papal de Santa Maria Maior foi oficialmente selada. O rito solene e privado ocorreu na noite da última terça-feira, 13 de janeiro de 2026, concluindo um ano de graças e peregrinações para milhões de fiéis em Roma.
A celebração foi presidida pelo Cardeal Rolandas Makrickas, Arcipreste da Basílica, e contou com a presença do Mestre das Celebrações Litúrgicas Pontifícias, Monsenhor Diego Giovanni Ravelli. O ato representa o fechamento de um ciclo de misericórdia especial concedido à Igreja pelo Papa Leão XIV.
Seguindo uma antiga tradição da Igreja, o selamento da Porta Santa é um gesto visível que conclui o tempo jubilar. Após a oração final, o Cardeal Arcipreste, atuando em nome do Santo Padre, abençoou os tijolos e a argamassa destinados ao fechamento. Em seguida, com a perícia dos “sampietrini”, os operários da Fábrica de São Pedro, um muro foi cuidadosamente erguido pelo lado de dentro da Basílica.
Esta parede agora oculta a porta de bronze que, durante todo o Ano Santo, permaneceu aberta como um convite à conversão e ao perdão. Este muro permanecerá como um testemunho silencioso da fé até a proclamação do próximo Jubileu Ordinário, quando será derrubado para que uma nova geração de peregrinos possa novamente atravessar o umbral sagrado.
Na fé católica, a Porta Santa é um dos símbolos mais eloquentes do Jubileu. Ela representa o próprio Cristo, que nos ensinou no Evangelho: “Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo” (Jo 10,9). O ato de atravessá-la é uma peregrinação física e espiritual, que manifesta o desejo de abandonar o pecado e abraçar uma vida nova na graça de Deus.
O selamento da porta recorda aos fiéis que, embora o tempo extraordinário do Jubileu tenha chegado ao fim, a porta do coração de cada um deve permanecer perpetuamente aberta para Cristo. As graças recebidas ao longo deste ano devem agora florescer em obras de caridade, no serviço ao próximo e na fidelidade aos sacramentos. O fim do Jubileu é, portanto, o início de uma missão renovada para todo o povo de Deus.
Inaugurado pelo Papa Leão XIV na Solenidade da Epifania de 2025, o Jubileu da Esperança ofereceu um farol de luz em um mundo necessitado de consolo. Milhões de peregrinos de todas as partes do mundo viajaram a Roma e passaram pelas Portas Santas das quatro basílicas papais. A Basílica de Santa Maria Maior, dedicada à Mãe de Deus, foi um ponto de especial refúgio e intercessão maternal para inúmeros fiéis.
Agora, com o fechamento das Portas Santas, a Igreja é chamada a viver e compartilhar os frutos colhidos. A esperança que foi semeada nos corações deve ser cultivada e partilhada, transformando-se em gestos concretos de reconciliação e em um testemunho vibrante do Evangelho. O convite do Papa para sermos “peregrinos da esperança” agora se transforma em um envio: sermos “missionários da esperança” no mundo.

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