
Cresce o apoio à liberdade religiosa e à expressão da fé nos EUA, aponta relatório
Católicos se sentem mais aceitos Uma nova pesquisa anual revela um cenário encorajador para a vivência da fé nos Estados Unidos. O mais recente Índice
Uma nova pesquisa anual revela um cenário encorajador para a vivência da fé nos Estados Unidos. O mais recente Índice de Liberdade Religiosa, divulgado pelo Becket Fund for Religious Liberty, aponta um aumento significativo no apoio público às expressões de fé e uma maior sensação de aceitação entre os católicos americanos. O estudo, baseado em uma amostra nacionalmente representativa de mais de mil adultos, explora as atitudes da população em relação à Primeira Emenda da Constituição americana, que garante a liberdade religiosa.
Os dados mostram que, em 2025, 59% dos católicos relataram sentir-se aceitos como pessoas de fé na sociedade, um aumento em relação aos 54% registrados em 2024. Deste total, 22% afirmaram sentir-se "completamente" aceitos e 37% disseram sentir "uma boa dose" de aceitação, ambos os indicadores superiores ao ano anterior.
"É animador ver um número crescente de católicos relatando que se sentem plenamente aceitos por seus compatriotas americanos", afirmou Mark Rienzi, presidente e CEO do Becket. "Nossa nação é mais forte quando os fiéis podem participar da vida pública sem medo de serem intimidados por sua fé."
O relatório também investigou temas específicos que afetam diretamente a vida da Igreja e das famílias. Um dos pontos de maior destaque é o forte apoio ao sigilo sacramental da confissão. Cerca de 61% dos americanos acreditam que a liberdade religiosa deve proteger os sacerdotes de serem forçados a quebrar o sigilo, mesmo em casos onde haja confissão de abuso ou negligência infantil.
No campo da educação, a pesquisa identificou um amplo consenso. A grande maioria dos entrevistados, 77%, declarou aceitar "completamente" ou "majoritariamente" a escolha de escolas religiosas por parte das famílias. Além disso, cresceu o apoio ao direito dos pais de retirar seus filhos de conteúdos curriculares que considerem inadequados. Este índice subiu de 69% em 2024 para 73% em 2025.
A pesquisa também descobriu que a liberdade de expressar a fé em espaços públicos, como escolas, trabalho e redes sociais, ganhou mais adeptos. O apoio a esta visão pública da religião aumentou de 52% em 2020 para 55% em 2025. Notavelmente, as gerações mais jovens, como a Geração Z, mostraram o maior entusiasmo por essa liberdade, com 60% defendendo o direito de compartilhar crenças religiosas abertamente, superando a média nacional.

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