
Liturgia diária – Evangelho e palavra do dia 21 janeiro 2026
Evangelho e palavra do dia 21 janeiro 2026 Liturgia Diária – Evangelho e palavra do dia 20 janeiro 2026. Leitura do Primeiro Livro de Samuel
Em uma pequena rua no coração de Nápoles, na Itália, o espírito do Natal permanece vivo durante todo o ano. Ali, artesãos como Giovanni Giudice dedicam suas vidas a preservar a secular tradição do presépio napolitano, uma arte que remonta a mais de 300 anos e que transforma a representação do nascimento de Cristo em um retrato vibrante da vida e da cultura local.
Giovanni é a terceira geração de sua família a comandar a Bottega Ferrigno, uma oficina localizada na icônica vizinhança de San Gregorio Armeno, conhecida como a "Viela do Natal". Há mais de 120 anos, sua família molda o barro para dar vida a figuras que encantam fiéis e turistas. "Ao caminhar por estas ruas, voltamos a ser crianças", afirma o artesão. "Vivemos o calor do nascimento de Jesus Cristo. Buscamos transmitir essa tradição, que recebemos de nossos avós, para os nossos filhos, mesmo que a juventude de hoje esteja mais focada na inovação."
A tradição do presépio napolitano floresceu no século XVIII, durante o domínio dos Bourbon e o Reino das Duas Sicílias. Naquela época, a nobreza local competia para ver quem possuía o presépio mais belo e elaborado, encomendando as obras aos artistas mais renomados da época. Essa competição elevou o presépio de uma simples devoção a uma complexa forma de arte, refletindo o estilo e os costumes da Nápoles setecentista.
O que torna o presépio napolitano único é a sua capacidade de "trazer a vida cotidiana para dentro da cena da Natividade". Ao lado da Sagrada Família, dos pastores e dos anjos, encontram-se estatuetas de pessoas comuns em suas atividades diárias: o vendedor de peixe, o feirante de queijos, o artesão em sua oficina. Cada peça é meticulosamente criada a partir de terracota moldada e pintada à mão, com roupas de tecido confeccionadas sob medida.
"Esta é uma obra nascida totalmente da paixão", explica Giudice. "De um lado, temos o nascimento de Jesus, a parte mais importante. Ao redor, estão os personagens do dia a dia, vivendo suas vidas". Essa fusão entre o sagrado e o profano é demarcada por um elemento essencial: a água. "Entre os personagens 'profanos' e a Sagrada Família, existe a purificação", detalha o artesão. "Ela é representada por uma fonte ou uma cachoeira. A água é necessária para purificar o caminho do profano para o sagrado."
Entre as figuras características, destacam-se o "Gobbo Scio Scio", um mendigo corcunda considerado um amuleto de boa sorte, e o Pulcinella, personagem mascarado da comédia teatral que é um símbolo universal de Nápoles, adicionado no século XVIII para trazer alegria e leveza à cena.
Para Giovanni, a inspiração está na própria cidade. "Os rostos que vemos aqui em Nápoles são particulares. E nós os transformamos em nossos pastores, em nossos personagens. Os mais velhos, especialmente, nos dão muita inspiração. Seus rostos contam histórias", conclui. "Nápoles é uma cidade fantástica, cheia de cultura. As pedras aqui têm centenas de anos... elas falam."

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