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WASHINGTON D.C. - A juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos, Amy Coney Barrett, afirmou que sua fé católica a “ancora” e lhe dá “perspectiva” para enfrentar as pressões da vida pública. Em uma conversa aprofundada com o Bispo Robert Barron, de Winona-Rochester, ela abordou temas como a liberdade de expressão, a derrubada da decisão Roe v. Wade e os fundamentos de sua carreira jurídica, oferecendo um vislumbre de sua vida espiritual.
Barrett destacou que, embora sua fé seja o alicerce de sua identidade pessoal, suas decisões como juíza são estritamente guiadas pelos limites impostos pela Constituição americana.
Questionada sobre as figuras espirituais que a influenciam, a juíza compartilhou sua profunda devoção aos santos, especialmente Santa Catarina de Sena e Santa Teresinha de Lisieux. “Minha favorita era Teresinha de Lisieux. Temos uma filha chamada Thérèse”, revelou. “Fiquei cativada, quando jovem, pela forma como ela entregou sua vida completamente ao Senhor em tenra idade.”
“Sua Pequena Via é muito acessível a tantos”, continuou Barrett, mencionando que estudou em Lisieux, na França. “Passei muito tempo nos jardins da casa da família Martin. Creio que esses exemplos de fé foram importantes para mim.” Ela também enfatizou o esforço para cultivar nos seus filhos “um amor pelos santos”, por considerá-los grandes exemplos que inspiram o amor pela fé.
Sobre sua prática de oração, Barrett explicou que ela mudou ao longo das fases de sua vida. Quando era professora de direito, praticava a “lectio divina”. Agora, como juíza, tende a fazer mais leituras reflexivas, como as do devocionário “Magnificat”. “Uma luta pessoal nos últimos anos tem sido a capacidade de aquietar minha mente para que eu possa orar de forma profunda e focada”, admitiu.
A juíza fez uma distinção clara entre suas convicções pessoais e sua função judicial. “A autoridade que eu tenho é circunscrita pela Constituição”, explicou. “Acredito na lei natural e certamente no bem comum, mas penso que os legisladores têm o dever de buscar o bem comum, dentro dos limites da Constituição e do respeito à liberdade religiosa.”
Ela advertiu contra o perigo de juízes inserirem suas próprias visões do bem comum na interpretação da lei. “É por isso que temos um documento como a Constituição, porque é um ponto de consenso e terreno comum. Se começarmos a nos desviar disso e a ler nele nossas próprias ideias individuais de bem comum, isso não levará a lugar nenhum rapidamente.”
Barrett reconheceu que muitos podem presumir que seu voto para reverter Roe v. Wade foi baseado em sua fé e opiniões pessoais sobre o aborto. No entanto, ela insistiu que a decisão foi fundamentada em uma análise jurídica estrita. “Mesmo entre pessoas que apoiam o direito ao aborto, muitas reconhecem que Roe foi uma decisão mal fundamentada e inconsistente com a própria Constituição”, afirmou.
Ela explicou que “não há nada na Constituição que fale sobre aborto”. A defesa de Roe se baseava na palavra “liberdade” na cláusula do devido processo legal, mas, segundo Barrett, o termo “liberdade” não pode ser um “recipiente vazio no qual os juízes podem simplesmente ler quaisquer direitos que desejem, pois, caso contrário, perdemos a democracia em nossa sociedade democrática.”
Ao final, a juíza ofereceu um conselho para jovens católicos que desejam ingressar na vida pública: “Discirnam primeiro. Perguntem-se: ‘Para que você é chamado a fazer?’”. Ela concluiu que, se a vida pública for uma vocação, ela “nunca poderá ser a coisa mais importante”.
“Estar ancorado em sua fé e em quem você é... é o que me permite manter meu trabalho em perspectiva”, disse ela. “Minha fé não informa a substância das decisões que tomo, enfaticamente não, mas me ancora como pessoa. É quem eu sou.”

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