
Igreja aponta Maria como modelo de unidade no Dia Mundial da Paz de 2026
Neste início de ano, mensagem papal exorta fiéis a se inspirarem na Mãe de Deus para superar polarizações e construir a paz. Na celebração da
Liturgia Diária - Evangelho e palavra do dia 04 de janeiro de 2026.
3,22-4,6
Caríssimos,
qualquer coisa que pedimos recebemos dele,
porque guardamos os seus mandamentos
e fazemos o que é do seu agrado.
Este é o seu mandamento:
que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo,
e nos amemos uns aos outros,
de acordo com o mandamento que ele nos deu.
Quem guarda os seus mandamentos
permanece com Deus e Deus permanece com ele.
Que ele permanece conosco,
sabemo-lo pelo Espírito que ele nos deu.
Caríssimos,
não acrediteis em qualquer espírito,
mas examinai os espíritos para ver se são de Deus,
pois muitos falsos profetas vieram ao mundo.
Este é o critério para saber se uma inspiração vem de Deus:
todo espírito que leva a professar
que Jesus Cristo veio na carne
é de Deus;
e todo espírito
que não professa a fé em Jesus
não é de Deus;
é o espírito do Anticristo.
Ouvistes dizer que o Anticristo virá;
pois bem, ele já está no mundo.
Filhinhos, vós sois de Deus
e vós vencestes o Anticristo.
Pois convosco está quem é maior
do que aquele que está no mundo.
Os vossos adversários são do mundo;
por isso, agem conforme o mundo,
e o mundo lhes presta ouvidos.
Nós somos de Deus.
Quem conhece a Deus, escuta-nos;
quem não é de Deus não nos escuta.
Nisto reconhecemos o espírito da verdade
e o espírito do erro.
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4,12-17.23-25
Naquele tempo,
ao saber que João tinha sido preso,
Jesus voltou para a Galileia.
Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum,
que fica às margens do mar da Galileia,
no território de Zabulon e Neftali,
para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías:
"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar,
região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos!
O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz;
e para os que viviam na região escura da morte
brilhou uma luz".
Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo:
"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".
Jesus andava por toda a Galileia,
ensinando em suas sinagogas,
pregando o Evangelho do Reino
e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.
E sua fama espalhou-se por toda a Síria.
Levavam-lhe todos os doentes,
que sofriam diversas enfermidades e tormentos:
endemoninhados, epiléticos e paralíticos.
E Jesus os curava.
Numerosas multidões o seguiam,
vindas da Galileia, da Decápole,
de Jerusalém, da Judeia,
e da região além do Jordão.
O Evangelho de hoje marca o início do ministério público de Jesus na Galileia, um momento crucial na história da salvação. Ao se retirar para Cafarnaum, Jesus cumpre a profecia de Isaías, apresentando-se como a "grande luz" que brilha para o povo que andava nas trevas. Ele não é apenas mais um profeta, mas a luz do próprio Deus que vem iluminar a escuridão do pecado e da morte.
A sua primeira pregação é um chamado direto e urgente: "Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo". Este não é um convite para o futuro, mas uma declaração de que o Reino de Deus já está agindo no meio de nós através da pessoa de Jesus. A conversão, portanto, é a nossa resposta necessária e imediata a essa presença transformadora, um convite para reorientar toda a nossa vida para Deus.
Jesus não se limita a palavras; Ele demonstra o poder do Reino com ações concretas. Ao ensinar, pregar e curar "todo tipo de doença e enfermidade", Ele revela um Deus compassivo que se importa com a totalidade da pessoa humana, corpo e alma. As curas são sinais visíveis da vinda do Reino, que liberta e restaura a humanidade. Somos chamados, como seus seguidores, a ser instrumentos dessa mesma luz e cura no mundo de hoje.
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