
Em mensagem de Natal, Cardeal de Mianmar faz apelo urgente pelo fim da guerra
Um clamor pela paz em meio ao som das armas Em um país devastado pela guerra civil, a mensagem de Natal do Cardeal Charles Maung
Caríssimos, amemo-nos uns aos outros,
porque o amor vem de Deus
e todo aquele que ama
nasceu de Deus e conhece Deus.
Quem não ama, não chegou a conhecer a Deus,
pois Deus é amor.
Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós:
Deus enviou o seu Filho único ao mundo,
para que tenhamos vida por meio dele.
Nisto consiste o amor:
não fomos nós que amamos a Deus,
mas foi ele que nos amou
e enviou o seu Filho
como vítima de reparação pelos nossos pecados.
Conheça nosso curso para Ministros da Sagrada Comunhão.
Naquele tempo,
Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão,
porque eram como ovelhas sem pastor.
Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.
Quando estava ficando tarde,
os discípulos chegaram perto de Jesus
e disseram:
"Este lugar é deserto e já é tarde.
Despede o povo,
para que possa ir aos campos e povoados vizinhos
comprar alguma coisa para comer".
Mas, Jesus respondeu:
"Dai-lhes vós mesmos de comer".
Os discípulos perguntaram:
"Queres que gastemos duzentos denários
para comprar pão e dar-lhes de comer?"
Jesus perguntou:
"Quantos pães tendes? Ide ver".
Eles foram e responderam:
"Cinco pães e dois peixes".
Então Jesus mandou
que todos se sentassem na grama verde, formando grupos.
E todos se sentaram,
formando grupos de cem e de cinquenta pessoas.
Depois Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes,
ergueu os olhos para o céu,
pronunciou a bênção, partiu os pães
e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem.
Dividiu entre todos também os dois peixes.
Todos comeram, ficaram satisfeitos,
e recolheram doze cestos
cheios de pedaços de pão e também dos peixes.
O número dos que comeram os pães
era de cinco mil homens.
A compaixão de Jesus no Evangelho de hoje é a manifestação visível do que a Primeira Leitura nos ensina: "Deus é amor". Vendo a multidão como "ovelhas sem pastor", Jesus não apenas lhes oferece o alimento da Palavra, mas também se preocupa com sua fome física.
O milagre da multiplicação dos pães e peixes nasce desse olhar compassivo. Ele nos convida a fazer o mesmo: oferecer o pouco que temos, sejam nossos talentos, nosso tempo ou nossos recursos, confiando que Ele pode multiplicar nossos gestos de amor para saciar a fome do mundo – fome de pão e fome de Deus.
O gesto de Jesus, de tomar o pão, abençoar, partir e dar, prefigura a Eucaristia, o dom maior de Si mesmo, onde Ele se torna nosso alimento espiritual. Assim, a liturgia nos recorda que o verdadeiro amor se traduz em serviço concreto e generosidade, partindo do coração de Deus para alcançar as necessidades dos nossos irmãos.
Aprofunde seu conhecimento sobre a Santa Missa e suas raízes judaicas.
Essa liturgia diária é oferecida por Vatican News.
A Liturgia Diária é apenas o começo. Mergulhe na riqueza da doutrina e espiritualidade da Igreja através do nosso acervo.

Um clamor pela paz em meio ao som das armas Em um país devastado pela guerra civil, a mensagem de Natal do Cardeal Charles Maung

Evangelho e palavra do dia 07 janeiro 2026 Liturgia Diária – Evangelho e palavra do dia 06 de janeiro de 2026. Primeira Leitura Leitura da

Na festa de Santo Estêvão, Pontífice exorta a ver a dignidade de Deus em todos, mesmo nos adversários CIDADE DO VATICANO – Em sua alocução

Em um forte pronunciamento no início de janeiro de 2026, as principais publicações missionárias católicas de todo o mundo uniram suas vozes à do Papa

Evangelho e palavra do dia 06 janeiro 2026 Liturgia Diária – Evangelho e palavra do dia 05 de janeiro de 2026 Primeira Leitura (1Jo 4,7-10)

Em rara entrevista, juíza da Suprema Corte dos EUA fala sobre oração, devoção aos santos e os limites da Constituição WASHINGTON D.C. – A juíza