Liturgia diária – Evangelho e palavra do dia 24 janeiro 2026

Liturgia diária
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23/jan/2026

Evangelho e palavra do dia 24 janeiro 2026


Liturgia Diária - Evangelho e palavra do dia 23 de janeiro de 2026.

Primeira Leitura: Início do Segundo Livro de Samuel

1,1-4.11-12.19.23-27

 

Naqueles dias,

Davi regressou da derrota que infligiu aos amalecitas,
e esteve dois dias em Siceleg.

No terceiro dia, apareceu um homem,
que vinha do acampamento de Saul,
com as vestes rasgadas e a cabeça coberta de pó.
Ao chegar perto de Davi, prostrou-se por terra
e fez-lhe uma profunda reverência.

Davi perguntou-lhe:
"Donde vens?"
Ele respondeu:
"Salvei-me do acampamento de Israel".

"Que aconteceu?", perguntou-lhe Davi.
"Conta-me tudo!"

Ele respondeu:
"As tropas fugiram da batalha,
e muitos do povo caíram mortos.
Até Saul e o seu filho Jônatas pereceram!"

Então Davi tomou suas próprias vestes e rasgou-as,
e todos os que estavam com ele fizeram o mesmo.

Lamentaram-se, choraram e jejuaram até à tarde,
por Saul e por seu filho Jônatas,
e por causa do povo do Senhor e da casa de Israel,
porque haviam tombado pela espada.

E Davi disse:
"Tua glória, ó Israel,
jaz ferida de morte sobre os teus montes.
Como tombaram os fortes!

Saul e Jônatas, amados e belos,
nem vida nem morte os puderam separar,
mais velozes que as águias, 

mais fortes que os leões.

Filhas de Israel, chorai sobre Saul.
Ele vos vestia de púrpura suntuosa
e ornava de ouro os vossos vestidos.

Como tombaram os fortes em plena batalha!
Jônatas foi morto sobre as tuas alturas.

Choro por ti, meu irmão Jônatas.
Tu me eras tão querido;
tua amizade me era mais cara
que o amor das mulheres.

Como tombaram os fortes,
como pereceram as armas de guerra!"

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Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos

3,20-21

Naquele tempo,

Jesus voltou para casa com os discípulos.

E de novo se reuniu tanta gente
que eles nem sequer podiam comer.

Quando souberam disso,

os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo,
porque diziam que estava fora de si.

Comentário

Para Jesus, o que importa acima de tudo é alcançar e salvar os afastados, curar as feridas dos doentes, reintegrar a todos na família de Deus. E isto deixou alguém escandalizado! E Jesus não teme este tipo de escândalo.

Não olha às mentes fechadas que se escandalizam até por uma cura, que se escandalizam diante de qualquer abertura, qualquer passo que não entre nos seus esquemas mentais e espirituais, qualquer carícia ou ternura que não corresponda aos seus hábitos de pensar e à sua pureza ritualista.

Ele quis integrar os marginalizados, salvar aqueles que estão fora do acampamento.

Trata-se de duas lógicas de pensamento e de fé: o medo de perder os salvos e o desejo de salvar os perdidos.

Hoje, às vezes, também acontece encontrarmo-nos na encruzilhada destas duas lógicas: a dos doutores da lei, ou seja marginalizar o perigo afastando a pessoa contagiada, e a lógica de Deus que, com a sua misericórdia, abraça e acolhe reintegrando e transformando o mal em bem, a condenação em salvação e a exclusão em anúncio. (Papa Francisco, Missa com os novos Cardeais e o Colégio Cardinalício, 15 de fevereiro de 2015)

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