Evangelho e palavra do dia 31 agosto 2025
Evangelho e palavra do dia 31 agosto 2025 “`html Primeira Leitura Leitura do Livro do Eclesiástico 3,19-21.30-31 (gr. 17-18.20.28-29) Filho, realiza teus trabalhos com mansidão
Leitura do Livro do Profeta Isaías
66,10-14c
Alegrai-vos com Jerusalém e exultai com ela
todos vós que a amais;
tomai parte em seu júbilo,
todos vós que choráveis por ela,
para poderdes sugar e saciar-vos
ao seio de sua consolação,
e aleitar-vos e deliciar-vos
aos úberes de sua glória.
Isto diz o Senhor:
"Eis que farei correr para ela a paz como um rio
e a glória das nações como torrente transbordante.
Sereis amamentados, carregados ao colo
e acariciados sobre os joelhos.
Como uma mãe que acaricia o filho,
assim eu vos consolarei;
e sereis consolados em Jerusalém.
Tudo isso haveis de ver e o vosso coração exultará,
e o vosso vigor se renovará como a relva do campo.
A mão do Senhor se manifestará em favor de seus servos.
Leitura da Carta de São Paulo aos Gálatas
6,14-18
Irmãos:
Quanto a mim, que eu me glorie somente
da cruz do Senhor nosso, Jesus Cristo.
Por ele, o mundo está crucificado para mim,
como eu estou crucificado para o mundo.
Pois nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor;
o que conta é a criação nova.
E para todos os que seguirem esta norma,
como para o Israel de Deus,
paz e misericórdia.
Doravante, que ninguém me moleste,
pois eu trago em meu corpo as marcas de Jesus.
Irmãos, a graça do Senhor nosso, Jesus Cristo,
esteja convosco.
10,1-12.17-20
Naquele tempo,
o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulos
e os enviou dois a dois, na sua frente,
a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir.
E dizia-lhes:
"A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Por isso, pedi ao dono da messe
que mande trabalhadores para a colheita.
Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos.
Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias,
e não cumprimenteis ninguém pelo caminho!
Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro:
'A paz esteja nesta casa!'
Se ali morar um amigo da paz,
a vossa paz repousará sobre ele;
se não, ela voltará para vós.
Permanecei naquela mesma casa,
comei e bebei do que tiverem,
porque o trabalhador merece o seu salário.
Não passeis de casa em casa.
Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos,
comei do que vos servirem,
curai os doentes que nela houver
e dizei ao povo: 'O Reino de Deus está próximo de vós'.
Mas, quando entrardes numa cidade
e não fordes bem recebidos,
saindo pelas ruas, dizei:
'Até a poeira de vossa cidade,
que se apegou aos nossos pés,
sacudimos contra vós'.
No entanto, sabei que o Reino de Deus está próximo!
Eu vos digo que, naquele dia,
Sodoma será tratada com menos rigor do que essa cidade".
Os setenta e dois voltaram muito contentes, dizendo:
"Senhor, até os demônios nos obedeceram
por causa do teu nome".
Jesus respondeu:
"Eu vi Satanás cair do céu, como um relâmpago.
Eu vos dei o poder
de pisar em cima de cobras e escorpiões
e sobre toda a força do inimigo.
E nada vos poderá fazer mal.
Contudo, não vos alegreis
porque os espíritos vos obedecem.
Antes, ficai alegres porque vossos nomes
estão escritos no céu".
Este pedido de Jesus é sempre válido. Devemos rezar incessantemente ao «dono da messe», isto é, a Deus Pai, a fim de que envie operários para trabalhar no seu campo, que é o mundo.
E cada um de nós deve fazê-lo com o coração aberto, com uma atitude missionária; a nossa oração não deve limitar-se apenas às nossas carências, às nossas necessidades: uma oração é verdadeiramente cristã se tiver também uma dimensão universal.
Se for vivida nestes termos, a missão da Igreja será caraterizada pela alegria. E como acaba este trecho? «Os setenta e dois discípulos voltaram cheios de alegria» (v. 17). Não se trata de uma alegria efémera, que brota do sucesso da missão; pelo contrário, é uma alegria radicada na promessa de que — diz Jesus — «os vossos nomes estão escritos no Céu» (v. 20).
Com esta expressão, Ele quer dizer a alegria interior, a alegria indestrutível que nasce da consciência de ser chamado por Deus a seguir o seu Filho. Ou seja, a alegria de ser seus discípulos. (Papa Francisco, Angelus de 7 de julho de 2019)
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