Evangelho e palavra do dia 31 agosto 2025
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O arcebispo de Yangon e presidente dos bispos do país estava no carro no momento do terremoto dramático: "Vimos enormes crateras se abrindo na estrada. As pessoas fugiam em busca de segurança. Foi um momento de medo para todos." O apelo para que a ajuda humanitária chegue logo à população e para uma trégua das hostilidades em andamento. A proximidade do Papa, "um bálsamo de consolação para as pessoas".
Deborah Castellano Lubov – Vatican News
Foi chocante ver a natureza piorar o sofrimento das pessoas que vivem nas áreas já marcadas por quatro anos de violência, queda econômica e deslocamento forçado.” O arcebispo de Yangon, cardeal Charles Maung Bo, presidente da Conferência Episcopal de Mianmar, expressou à mídia vaticana o seu pesar pelo desastroso terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a região de Mandalay, causando até agora mais de mil vítimas em Mianmar e mais de 2.300 feridos, com a triste certeza de que assim que os escombros dos edifícios destruídos forem removidos o número de mortos aumentará consideravelmente. Centenas de pessoas estão desaparecidas, três mil prédios foram destruídos e dezenas de estradas e pontes foram severamente danificadas. Um terremoto que agora, disse o cardeal, está sendo chamado de “o grande terremoto do século”.
No momento do terremoto, o cardeal estava dirigindo pelas áreas mais afetadas pela morte e destruição. “Enquanto lutávamos com o trânsito congestionado, vimos enormes crateras se abrindo na estrada. Nosso carro estava se movendo descontroladamente, assim como todos os outros veículos. Foi um momento assustador para todos nós.” O cardeal Bo descreveu as “cenas dramáticas de homens e mulheres correndo pelas ruas, buscando segurança”, explicando que já tinha feito um apelo “a todas as partes interessadas por apoio humanitário urgente, por acesso irrestrito às populações afetadas e por um cessar-fogo por todos os grupos hostis”. A principal preocupação é a distribuição de ajuda que, devido à violência, “pode ser dificultada pela agitação de grupos armados”, referindo-se “às partes de ambos os lados”.
A reconciliação, o diálogo e a paz continuam sendo “a única solução”, embora, por enquanto, o melhor canal para levar assistência aos necessitados sejam os grupos religiosos e a Igreja Católica. O cardeal então relatou que tinha ativado “um plano para responder à emergência” chamado MERCI (Iniciativa da Igreja em Resposta ao Terremoto em Mianmar) e que havia convocado uma reunião entre expoentes da Igreja e funcionários da Caritas de todas as áreas afetadas. A Cáritas nacional e os escritórios diocesanos foram acionados para intervir na diocese de Mandalay, que é a mais afetada, a fim de responder rapidamente às necessidades, em colaboração com as autoridades locais, os líderes religiosos e as organizações humanitárias. Nas áreas afetadas, as redes de comunicação não estão funcionando, não há Internet e há pouca eletricidade. “As pessoas precisam de tudo, comida, abrigo, remédios e todo o material necessário para salvar vidas”, continuou o carderal Bo, com organizações não governamentais dando o alarme sobre a emergência sanitária, com hospitais que já estavam mal equipados, com equipamentos inadequados e agora estão entrando em colapso.
“Mais do que qualquer outra coisa, as pessoas precisam de paz, não da angústia desencadeada por tudo o que estão sofrendo.” Para o povo, “o bálsamo da consolação” foram as palavras do Papa que, “apesar da sua recente doença”, manifestou a sua proximidade com um telegrama, assim como “durante os últimos quatro anos difíceis”, sempre demonstrou com os seus apelos que “consolaram constantemente as pessoas”.
São as lágrimas, neste momento, que unem uma população devastada pelo sofrimento, continua o cardeal Bo, porque quando "a natureza ataca, os seres humanos esquecem todas as suas diferenças, e se consegue sobreviver como espécie é porque se consegue comover com as lágrimas dos outros que, em qualquer lugar, seja na Tailândia ou em Mianmar, são comunhão". O arcebispo de Yangon assegura a proximidade da Igreja ao país: "Sentimos a dor das pessoas. Estaremos ao lado de todos neste momento de dor para ajudar a curar as feridas. Nós demonstramos isso depois do tsunami, nós demonstramos isso depois do Ciclone Nargis, nós superaremos esta crise também, porque a compaixão é a religião comum em tempos de desastres naturais".
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