“Ficamos tocados por esse gesto espontâneo dos amigos budistas”, diz o Pe. Krishantha. “O Papa Francisco, com sua atitude de diálogo de sincera fraternidade para com todos, deixou um legado de empatia e proximidade que ainda sentimos aqui hoje e que se reflete de maneira frutífera em nossas relações com os budistas e outras comunidades religiosas”. Os monges são aqueles do templo que o Papa conheceu quando veio ao Sri Lanka em 2015. Sua presença humilde deixou uma marca em seus corações”, afirma
Vatican News
Monges budistas de um templo em Colombo, no Sri Lanka – país insular localizado no oceano Índico -, organizaram espontaneamente um ritual especial chamado “puja” para homenagear e orar ao Buda pela saúde do Papa Francisco e sua rápida recuperação da doença. No ritual devocional puja, os monges se curvam em direção a uma imagem do Buda para pedir bênçãos, oferecendo flores, alimento, água e outros presentes.
Imagem do Papa quando de sua visita ao mosteiro
O padre Jude Krishantha Fernando, diretor do Escritório de Comunicações Sociais da Conferência Episcopal do Sri Lanka, e dois outros católicos participaram da cerimônia, que ocorreu estes dias no templo Agrashravaka da comunidade budista Mahabodhi, na capital Colombo.
“Os monges – conta o padre Krishantha Fernando à agência missionária Fides – ofereceram flores e bebidas a Buda, se detiveram em meditação e recitaram passagens das escrituras de seu credo. Eles invocaram a orientação de Buda, pedindo sabedoria e compaixão. Diante deles estava a imagem do Papa Francisco quando ele visitou o mosteiro”, explica.
Francisco deixou no país legado de empatia e proximidade
O sacerdote prossegue: “Os monges budistas e os fiéis estavam reunidos em meditação e oração pelo Papa. Foi um momento muito tocante. Os monges são aqueles do templo que o Papa conheceu quando veio ao Sri Lanka em 2015. Sua presença humilde deixou uma marca em seus corações.”
“Ficamos tocados por esse gesto espontâneo dos amigos budistas”, observa o padre Krishantha Fernando. “O Papa Francisco, com sua atitude de diálogo de sincera fraternidade para com todos, deixou um legado de empatia e proximidade que ainda sentimos aqui hoje e que se reflete de maneira frutífera em nossas relações com os budistas e outras comunidades religiosas”, conclui.
(com Fides)
Fonte (Vatican News)
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