
Liturgia diária – Evangelho e palavra do dia 15 fevereiro 2026
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Cidade do Vaticano – Na última Audiência Geral do Ano Santo Jubilar, realizada nesta quarta-feira, 24 de dezembro de 2025, o Papa Leão XIV ofereceu uma catequese incisiva e profundamente pastoral, concluindo o ciclo sobre a esperança iniciado por seu predecessor, o Papa Francisco. Diante de milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, o Santo Padre denunciou a injusta concentração de riqueza como um "roubo da esperança" dos pobres e um obstáculo ao plano de Deus para a humanidade.
Com palavras que ecoam a Doutrina Social da Igreja, o Papa Leão XIV distinguiu uma esperança autêntica, que é "generativa", de uma segurança mundana baseada no acúmulo egoísta. "A esperança cristã não é um otimismo passivo, mas uma força criadora que nos move a construir o Reino de Deus aqui e agora", explicou o Pontífice. Ele enfatizou que a criação é um dom para todos, não um prêmio para poucos. "Deus destinou a todos os bens da criação para que todos participem deles. Quando uma minoria se apropria do que pertence a todos, não está apenas a cometer uma injustiça social, mas um ato contra a esperança. Nossa tarefa como cristãos é gerar, não roubar."
O Papa detalhou que "gerar" significa criar oportunidades, partilhar talentos, promover a dignidade do trabalho e garantir que os frutos do desenvolvimento cheguem a todos, especialmente aos mais vulneráveis. Em contrapartida, "roubar" não se limita ao ato de furto, mas abrange a exploração, a especulação financeira que descarta vidas, as políticas econômicas que ampliam o abismo social e, sobretudo, a indiferença que nos torna cúmplices silenciosos de um sistema que privatiza os lucros e socializa os prejuízos.
A mensagem do Santo Padre adquire um significado especial por ter sido proferida na véspera do Natal. Este contexto litúrgico serviu de pano de fundo para a sua reflexão, conectando a esperança do Jubileu ao mistério da Encarnação. "Nesta noite santa, contemplaremos um Deus que se fez pobre. O Rei do universo escolheu nascer numa manjedoura, não num palácio. Esta escolha divina é o maior ensinamento sobre o valor da pessoa humana e a maior crítica a toda forma de apego idolátrico à riqueza e ao poder", afirmou Leão XIV, visivelmente comovido.
Para os cristãos, o Advento e o Natal são tempos de conversão que nos convidam a preparar o coração para acolher o Salvador. Esta preparação, como recordou o Papa, não é apenas espiritual, mas concreta. Significa olhar para a nossa realidade e perguntar: "Onde está Cristo hoje?" Ele está nos pobres, nos descartados, naqueles a quem o sistema roubou a esperança. Celebrar o Natal de forma autêntica, portanto, é comprometer-se com a justiça, é abrir as mãos para partilhar e o coração para acolher, imitando a generosidade de Deus que nos deu o Seu próprio Filho.
Continuando a linha magisterial de seus predecessores, especialmente no que se refere ao cuidado com a Casa Comum e a opção preferencial pelos pobres, o Papa Leão XIV fez um forte apelo a uma "conversão econômica e ecológica". Ele sublinhou que a crise social e a crise ambiental são duas faces da mesma moeda: um modelo de desenvolvimento predatório que ignora tanto o clamor da Terra quanto o clamor dos pobres.
"Não podemos pedir a Deus que nos dê a esperança se nós mesmos a negamos aos nossos irmãos e à criação", advertiu. "O Jubileu da Esperança, que hoje se encerra, não é um ponto final, mas um ponto de partida. É um envio missionário para sermos peregrinos de esperança no mundo, construtores de pontes, não de muros." O Papa convidou todos, desde os líderes mundiais e empresários até cada família e indivíduo, a reexaminar seus estilos de vida, seus padrões de consumo e suas prioridades, alinhando-os com os valores do Evangelho da partilha e da solidariedade.
Ao final da audiência, o Papa Leão XIV desejou a todos um santo Natal, pedindo que a luz do Menino Jesus dissipe as trevas da indiferença e aqueça os corações com a alegria de uma esperança que se faz dom para todos.
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Fonte: Vatican News

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