
Em mensagem de Natal, Cardeal de Mianmar faz apelo urgente pelo fim da guerra
Um clamor pela paz em meio ao som das armas Em um país devastado pela guerra civil, a mensagem de Natal do Cardeal Charles Maung
CIDADE DO VATICANO – Em sua alocução durante a oração do Angelus nesta sexta-feira, 26 de dezembro, o Papa Leão XIV dirigiu uma forte mensagem aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro e ao mundo. Refletindo sobre a celebração de Santo Estêvão, o primeiro mártir da Igreja, o Santo Padre exortou os cristãos a resistirem à tentação de tratar os outros como inimigos, afirmando que o mistério do Natal nos chama a reconhecer a dignidade divina presente em cada pessoa.
"Os cristãos não têm inimigos, mas irmãos e irmãs, que assim permanecem mesmo quando não se entendem", declarou o Papa da janela do Palácio Apostólico. Ele enfatizou que a essência da mensagem natalina é um convite para viver como verdadeiros filhos de Deus, seguindo o exemplo de humildade da Sagrada Família e dos pastores de Belém.
O Pontífice reconheceu as dificuldades enfrentadas por aqueles que seguem o caminho da paz. "Aqueles que acreditam na paz e escolheram o caminho desarmado de Jesus e dos mártires são frequentemente ridicularizados, excluídos do discurso público e, por vezes, acusados de favorecer adversários e inimigos", lamentou. No entanto, contrapôs que a verdadeira alegria cristã é sustentada pela "tenacidade daqueles que já vivem em fraternidade".
Ao meditar sobre a figura de Santo Estêvão, o Papa Leão XIV recordou que os primeiros cristãos se referiam ao dia do seu martírio como o seu "nascimento", pois estavam convictos de que "o martírio é um nascimento para o céu". Citando os Atos dos Apóstolos, o Papa lembrou que as testemunhas do julgamento de Estêvão "viram que seu rosto era como o rosto de um anjo", um semblante que não expressava ódio, mas um amor que responde à hostilidade com o perdão.
Este testemunho, segundo o Papa, revela a beleza de Cristo, uma beleza que pode ser rejeitada por aqueles que "lutam pelo poder" e cuja injustiça é exposta pela luz do Evangelho. "Ainda assim, nenhum poder pode prevalecer sobre a obra de Deus", assegurou o Papa, elogiando as pessoas ao redor do mundo que escolhem a justiça "mesmo a um grande custo", que "colocam a paz acima de seus medos" e que servem aos pobres com dedicação.
Apesar do cenário de "incerteza e sofrimento no mundo", onde "a alegria pode parecer impossível", o Papa insistiu que a esperança "brota" e que "faz sentido celebrar apesar de tudo". O ato final de perdão de Santo Estêvão, que ecoa as palavras de Jesus na Cruz, vem de uma "força mais real que a das armas", uma força gratuita que se renova quando aprendemos a olhar o próximo com "atenção e reconhecimento".
"Sim, é isso que significa renascer, vir mais uma vez à luz. Este é o nosso 'Natal'!", exclamou o Pontífice.
Após a recitação do Angelus, o Papa Leão XIV renovou seus votos natalinos de "paz e serenidade", saudou os peregrinos e pediu a intercessão de Santo Estêvão pelos cristãos perseguidos e por todas as comunidades que sofrem por sua fé. Concluiu encorajando os que trabalham em zonas de conflito a perseverarem na busca pelo "diálogo, a reconciliação e a paz".

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